Por mais segurança, ônibus deve parar em Rio Grande

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Ônibus são principais alvos de assaltantes na cidade de Rio Grande mesmo com bilhetagem eletrônica. Comerciários reclamam também da falta de segurança e podem cruzar os braços junto com motoristas e cobradores.

Por mais segurança, motoristas de ônibus devem parar em Rio Grande
Outros setores também ameaçam parar, como os comerciários.
ADAMO BAZANI – CBN
Motoristas e cobradores de ônibus que servem a cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, ameaçam parar, ainda sem data definida, em protesto contra a falta de segurança.
A paralisação deve ocorrer nesta semana ou na segunda-feira, de acordo com o sindicato que representa os trabalhadores nos transportes.
Ainda segundo a entidade, no ano passado ocorreram 162 assaltos a ônibus. Já neste ano, só até a semana passada, foram 206 ocorrências. Algumas marcadas por violência. No último dia 15 de agosto, um motorista de ônibus foi morto numa ação criminosa.
A empresa de ônibus Noiva do Mar também se queixa do número de assaltos e atos violentos dentro dos veículos e nos pontos. De acordo com a companhia, o número de roubos é praticamente o mesmo que da capital Porto Alegre apesar de a frota de Rio Grande ser 7,6 vezes menor. São 1300 carros na capital contra 170 ônibus na cidade.
De acordo com informações do jornal Agora, do Sul, empresa de ônibus, sindicatos de diversas categorias, representantes das polícias militar, civil e federal, além de vereadores e do prefeito Fábio Branco se reuniram nesta quarta-feira para discutirem o problema.
Comerciários também reclamam de assaltos nos estabelecimentos e não descartam a possibilidade de cruzarem os braços junto com os motoristas e cobradores de ônibus.
Na maior parte dos casos, principalmente no transporte público, a quantidade de dinheiro roubada é pequena. As linhas que vão para a zona oeste de Rio Grande são as mais violentas.
Mesmo com a bilhetagem eletrônica que diminui a quantidade de dinheiro nos ônibus, os veículos ainda têm atraído os criminosos.
O temor é que os passageiros também sejam roubados.
A polícia diz que tem feito o possível para minimizar o problema, mas afirma que precisa aumentar o efetivo.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

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