VOLVO ENTRA DE VEZ NO MERCADO DE DIANTEIROS

ônibus Volvo B 270 F

Na pré venda, antes mesmo da produção dos ônibus, a Volvo conseguiu comercializar 200 unidades do chassi B 270 F. Além dos testes no campo de provas da empresa, o veículo foi testado em oito viações nas cidades de Curitiba e Pinhais, no Paraná, Campinas (SP), Betim e Belo Horizonte, em Minas Gerais, e Goiânia (GO). Foto: Volvo

Volvo se rende ao motor dianteiro
Empresa lança oficialmente o modelo B 270 F alegando atender um pedido do mercado

ADAMO BAZANI – CBN

Ônibus mais espaçosos, acessíveis, motorização eletrônica, corredores, faixas preferenciais, BRT (Bus Rapid Transit), corredores de ônibus modernos e rápidos. Nunca se falou tanto em modernização dos transportes e veículos mais tecnológicos. O motor traseiro ou central, na maioria das vezes, oferece mais conforto, menos ruído e calor.
Mas não tem jeito, o dono de empresa de ônibus no Brasil quer ônibus com motor dianteiro. Um dos motivos são as condições de operação nas principais vias e estradas. Corredores de ôpnibus e BRT ocupam mais espaços nas linhas dos textos de reportagens sobre transportes do que na realidade do dia a dia. São buracos, ruas desniveladas, as ultrapassadas lombadas (embora não haja uma solução barata para substituí-la), pavimento ruim e ruas de terra, e essa realidade não está necessariamente apenas em cidades longe dos centros mais desenvolvidos. Nas metrópoles com grandes arrecadações, tanto de impostos como de multas sobre veículos, há também condições severas de operação.
Além deste cenário, o empresário de ônibus brasileiro gosta de motor dianteiro porque são mais baratos tanto para a aquisição como para manutenção.
“O mercado pediu, nós atendemos” – disse Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin América em comunicado divulgado à imprensa pela Assessoria da Volvo.

ônibus Volvo B 270 F

Com o chassi Volvo B 270 F, a montadora sueca pretende participar de um mercado maior, de 12 mil ônibus por ano. Inicialmente, a Volvo pretende produzir 1,2 mil unidades por ano, mas a meta é chegar em 2013 a 3 mil unidades anuais. O mercado de ônibus semipesados, com motor dianteiro, é dividido em 60% de veículos urbanos e 40% de rodoviários para curta e média distância (até 200 quilômetros) e de serviços de fretamento. Foto: Volvo

A montadora de origem sueca, operando em fábricas no Brasil desde 1978/1979 nunca fabricou ônibus com motor dianteiro por aqui.
Mas não resistiu à oportunidade de crescimento na fatia do mercado e a própria pressão do movimento de procura pelos empresários.
O chassi B 270 F é voltado para o segmento de ônibus semipesados e, segundo a Volvo, é Equipado com um motor de 7 litros, molas parabólicas, volante ajustável e chassi em aço especial que fazem dele o mais leve de sua categoria, o novo veículo teve seu projeto inteiramente desenvolvido no Brasil.
Os números explicam a decisão da Volvo. Atuando no segmento de pesados, no Brasil e em outros países da América Latina, ela trabalha num mercado de 4 mil ônibus por ano. Já o volume do segmento de semipesados é de 12 mil veículos aproximadamente, o que faz a Volvo sonhar com a possibilidade de aumentar seus lucros e participação.
Segundo a Volvo, o mercado de ônibus com motor dianteiro de dois eixos, é formado por 60% de veículos urbanos e 40% de rodoviários e fretamento, que normalmente fazem viagens em trajetos curtos ou médios, de cerca de 200 quilômetros. A faixa de peso destes veículos, que fica abaixo dos pesados e acima dos médios, é de 16 a 17 toneladas.
Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin América, disse que com o Volvo B 270 F, a empresa vai atuar num mercado 4 vezes maior do que o atual. Hoje ela concorre numa produção de 4 mil unidade, que agora será somado ao mercado de 12 mil.
“Para a Volvo este lançamento representa um grande salto, pois passaremos a competir em segmentos que juntos somarão aproximadamente 16 mil unidades anuais, ou seja, quatro vezes superior aos segmentos que atendemos até então” – disse Luis Carlos Pimenta.
O Volvo B 270 F foi feito com base na plataforma dos caminhões Volvo VM, semipesados também, mas adaptado para as necessidades dos transportes de passageiros como garante Gilcarlo Prosdocimo, gerente comercial do projeto de colocação do no vo chassi no mercado.
“O projeto para o ônibus, contudo, priorizou as necessidades específicas do transporte de passageiros, com atenção especial a itens de conforto, segurança, e cuidado ambiental, até porque o veículo terá uma parte expressiva das vendas destinadas ao mercado de urbanos” – garante o executivo.
A Volvo garante que as instalações da fábrica em Curitiba estão preparadas para atender o aumento da demanda que pode ser provocado com a produção deste chassi.
A expectativa do Volvo é comercializar 1,2 mil unidades por ano e participar de 10% do mercado no segmento. A empresa estima crescimento contínuo da demanda pelo modelo e pretende em 2013 fabricar 3 mil unidades anuais.
A pré-venda, antes mesmo de os chassis serem produzidos, já foi responsável por comercializar 200 unidades.

CARACTERÍSTICAS DO VOLVO B 270 F

O motor central tem 7 litros com seis cilindros em linha e injeção Commom Rail. O chassi é feito com longarinas de aço leve, a suspensão é de molas parabólicas e o volante é ajustável.
A utilização deste aço especial LNE 60 para o quadro do chassi e de materiais mais modernos tanto para a fabricação da suspensão como de outros componentes deixa o produto aproximadamente 400 quilos mais leve.
“A suspensão com molas parabólicas nos eixos traseiro e dianteiro é uma exclusividade da marca, neste segmento, e resulta em mais conforto para os passageiros, mais estabilidade, menor nível de ruído, menos manutenção” – disse Gialcarlo Prosdócimo que foi um dos responsáveis pela colocação do modelo no mercado.
Este tipo de mola, de acordo com a montadora, pesa 150 quilos e menos, é mais resistente e deixa o veículo sempre na mesma altura em relação ao solo, independentemente de sua lotação.
O chassi tem estrutura de longarinas e travessas em escada e pode receber carrocerias de 12,8 metros de comprimento, com entre-eixos original de 5,95 metros. O balanço dianteiro (distância entre o pára-choque dianteiro e o primeiro eixo) é maior para possibilitar o uso de portas mais largas e facilitar o acesso, uma das exigências nas licitações de transportes atualmente.
O modelo compartilha componentes co caminhão semipesado Volvo VM, como o eixo dianteiro e a direção. Tem rolamentos de rodas livres de manutenção nos dois eixos o que proporciona ângulo de giro nas rodas de 48 graus.
O sistema de freios é a tambor do tipo S came com ajuste automático de lonas e sistemas de cubos livres de manutenção em todas as rodas, diferentemente dos concorrentes, alega a Volvo, cuja manutenção nas rodas deve ser feita entre 40 mil e 80 mil quilômetros rodados.
O câmbio é manual com dois tipos de transmissão. Segundo o release da Volvo, os modelos se diferenciam para aplicações rodoviárias e urbanas.
“A transmissão FSO 6406A destina-se a aplicações rodoviárias, com rotação ideal de consumo na última marcha (overdrive). Já a caixa FSB 6406B (direct drive) é a opção apropriada para aplicações urbanas e metropolitanas. Ambas combinam robustez com operação suave e reduzido nível de ruído, para maior conforto dos passageiros e do motorista.”
A nota da Volvo também explica que o chassi de tração, além de ser resistente, proporciona menor nível de ruído:
“O eixo de tração ArvinMéritor MS 23158 é uma solução desenvolvida especialmente para os novos ônibus, cujas engrenagens recebem usinagem de maior precisão para proporcionar o menor nível de ruído possível. Com rolamento de roda livre de manutenção, é um eixo de elevada durabilidade e manutenção reduzida, disponível em três relações de redução: 4,10 para aplicações rodoviárias com caixa overdrive, 4,10 para aplicações metropolitanas com caixa direct drive, 4,56 para aplicação urbana e 4,88 para aplicações mais severas.”
O Volvo B 270 F foi testado em simulações de operação rodoviária e urbana no campo de provas das fábricas e em oito empresas das cidades de Curitiba e Pinhais, no Paraná, Campinas (SP), Betim e Belo Horizonte, em Minas Gerais, e Goiânia (GO). Os resultados para a montadora foram satisfatórios, mas os testes para aprimoramento continuam.

B 270 F

O chassi Volvo B 270 F é baseado na plataforma dos caminhões semipesados VM, dividindo várias peças entre ônibus e caminhão. No entanto, o produto passou por adaptações para atender especificamente ao transporte de passageiros que se difere com o de carga. O motor é de 7 litros com 6 cilindros em linha, a suspensão com parabólica é 150 quilos mais leve e as longarinas e travessas do quadro do chassi são feitas com aço LNE 60, mais leve também. A Volvo garante que o conjunto é de 400 quilos a menos que os concorrentes, o que possibilita facilidade de manutenção, menos esforço do motor e conseqüente menor gasto com combustível e esforço de peças. A transmissão é manual FSO 6406A para rodoviários e FSB 6406B. O eixo de tração é o ArvinMéritor MS 23158, que com usinagem de maior precisão, emite menos ruídos, além de proporcionar mais reduções. O balanço dianteiro (distância entre o pára-choque dianteiro e o primeiro eixo) é maior para a possibilidade de portas mais largas, que são exigidas em licitações. O chassi recebe carrocerias de 12,80 metros e o entre-eixos original é de 5,95 metros. Foto: Volvo.

A fabricante também afirma que garante financiamento para a compra dos veículos, com o banco da empresa o Volvo Financial Services que é credenciado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social) e oferece vários produtos como Finame, CDC e Consórcio a Volvo. Os prazos de financiamento, dependendo da modalidade, podem variar entre 60 meses e 100 meses.
A empresa diz que aperfeiçoou o atendimento pós venda, para revisões, garantias e manutenção, criando a Linha Azul, autorizadas com mais especialização e maior estrutura para o produto ônibus.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

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14 respostas para VOLVO ENTRA DE VEZ NO MERCADO DE DIANTEIROS

  1. Luiz Vilela disse:

    Notícia estimulante para o mercado e para o usuário, que certamente ganhará com a concorrência de um player importante.

    Estranhei os câmbios somente manuais; automáticos permitiriam ganhos importantes de velocidade média e agilidade nas condições urbanas severas que o artigo cita.

    Quanto aos BRTs, preencho mais esta linha. Na esperança que a RMSP ACORDE para eles!

  2. Paulo Gil disse:

    Amigos, bom dia

    Fico surpreso e indignado.

    Motor dianteiro é coisa do passado.

    O que precisamos é de um motor traseiro com um
    torque igual ao do dianteiro.

    Muito menos o motorista e nem os passageiros, merecem um
    motor dianteiro dentro do busão, num PAÍS TROPICAL.

    Realmente ainda precisamos evoluir MUIIIIIIIIIIIIIIITO.

    A velha e conhecida teoria.

    “A economia é a base da porcaria”

    Só motor traseiro e fim de papo o resto é sofrimento e como já
    estamos em 2012, já é passada a hora de pensarmos grande.

    Muito obrigado

    Paulo Gil

  3. PauloZ disse:

    Caro Adamo Bazani

    A notícia que eu li agora é péssima.
    Referente a ônibus é a pior notícia dos últimos muitos anos e um retrocesso desde que chegamos ao ‘ônibus PADRON’.
    Já li acima a indignação de um comentarista que me parece frequente e que ficou igualmente surpreso.
    Modestamente sugiro que você não se envolva nisso. Sabe por que, porque nós voltarmos a ter chassi VOLVO com motor dianteiro é voltarmos ao final da década de 50 com aqueles CARBRASA, quentes pra caramba, rodando pela SALUTARIS, Pàssaro Marron, CAVISA, Cidade do Aço, Resendense e muitas outras inclusive ônibus urbanos (carroceria era quase igual). É jogar fora toda a evolução do ônibus brasileiro na história da Cometa (com a irmã siamesa E. Brasileiro – falo dos primeiros tempos), da PENHA nos percursos longos (e da Minuano com o “leito”) e dos primeiros tempos da Itapemirim (que balançou o mercado).
    É um retrocesso muito grande!
    Mas caro companheiro, não se espante, a maioria das pessoas que escrevem e se interessam por ônibus VÃO FALAR QUE ISSO É ÓTIMO. Como eu já rodei (aqui mesmo no Brasil) em ônibus urbanos melhores do que os que existem hoje (em 2011) e constato que os ônibus interurbanos já foram melhores, não posso aceitar isso.
    Então vamos voltar ao CAIO “Gaivota”?
    Fique fora disso, deixe para gente.
    E não me venham com textos ‘bonitinhos’, eu também sei escrever aquilo.
    Essa notícia é péssima.
    Saudações
    PauloZ

  4. Luiz Vilela disse:

    Compartilho a preocupação dos colegas, mas infelizmente as condições das nossas vias urbanas não tem como melhorar, nem a médio prazo. Fica difícil pro empresário de ônibus pagar a conta da manutenção mais cara e mais demorada. Achei que a Volvo pensou nisto ao oferecer “…rolamento de roda livre de manutenção, é um eixo de elevada durabilidade e manutenção reduzida… “.

    Em compensação os fabricantes deveriam utilizar supressão de vibrações, isolamento térmico e acústico difrenciados. As SPTrans da vida teriam como e deveriam medir tudo isto com programas tipo “ControlAr” para estes ônibus.

    • Gustavo Cunha disse:

      Olá para vocês e para você Luiz !!!
      Há tempos, muitos dizem que, o motor traseiro, torna o carro muito mais confortável, mas, com maior exposição a quebras, exigindo maior manutenção e mais cara também.
      Todo produto tem sua aplicação, por isso, o motor dianteiro, verdadeiro TANQUE DE GUERRA, tem a sua importância.

  5. Roberto SP disse:

    Assim como o Gustavo afirmo que todo produto tem sua aplicação, o motor dianteiro no Brasil e também em outros países vizinhos é necessário, pois a geografia ( relevos, mar de morros,palanltos, planicies, altiplanos, clima e economia) influenciam muito. A Volvo com esse lançamento me fez lembrar quando a Volks (VW) juntamente com a Ford lançaram o chassi para ônibus nos anos 90, a novidad mexeu profundamente com o mercado, as opções oferecidas no chassi VW/Ford diferenciavam muito. Agora vem a Volvo com seu chassi, e segundo li o motor é o mesmo que equipa o VW17.230 OD, ou seja, MWM. Mas o texto deixa claro que há alguns diferenciais que de certo modo farão a diferença no mercado,além disso a Volvo não é nova nesse tipo de chasi, conforme lembrou o Paulo acima. Por outro lado o momento é propício para esse lançamento pois no proximo ano teremos eleições municipais, depois vem olimpiadas e copa do Mundo, esses eventos exigirão uma profunda renovação das frotas. enfim assim que aparecer um por aqui vou querer andar para sentir. Mas é interessante o sentimento que passa para nós que até então só conheciamos os chassis semi-pesados (B58)(B7 e 9R) e pesados como (B10M, B10R,B12, B9Salf) se faltar algum ou estiver errado me corrijam por favor, agora ver um chassi dianteiro tipo OF ou OD dá uma sensação estranha, mas temos que ter em mente que o mercado exige, embora eu também goste de um traseiro, certa vez um mecanico me explicou o funcionamento desses dois tipos de maneira bem simples e facil de entender: ” o onibus motor dianteiro puxa a tração traseira, e o motor traseiro empurra pra frente num a subida por exemplo o desempenho de um dianteiroe bem melhor que um traseiro exatamente por causa do efeito puxa “. Forte abraço

  6. Emerson saldanha disse:

    Concordo com a maioria, é um retrocesso a utilização doa OF (cabritos).Aqui em Campinas utilizam destes veiculos em linha troncos de terminais e imagina anda 1 hora sacolejando.
    O governo deveria ao menos incentivar o uso dos Padrons, com incentivos em relação aos OFs.
    Fora isso, esses possuem degraus altos que prejudicam o acesso de pessoas idosas. Temos de tomar conciencia que precisamos evoluir e a diferença entre um OF e um Padron não é tão grande assim.Precisamos de veiculos com piso baixo…eta Brasil atrasado.

  7. ferreira disse:

    Prezados, realmente motor dianteiro é o fim da linha. Aqui em Vitória, no final dos anos oitenta
    foi implantado um sistema integrado de transporte na região metropolitana. Era a chegada dos Mafersa, motor traseiro, suspensão a ar, uma beleza. Depois vieram os automáticos e por ultimo restaram somento OF. Hoje acredito que 90% sejam caminhonibus, ou melhor, motor dianteiro, com excessão dos articulados e olha que nao são todos. E pasmem, existe articulado com suspensão mista, ou seja, somente o terceiro eixo é pneumático o resto é caminhão. Não se enganem, os empresários é que mandam no Brasil.
    Abraço.

  8. Cláudio Roberto disse:

    Vamos andar mais de bicicleta meus caros e boicotar o vale-transporte. quem se habilita? se eu trabalhasse mais perto de casa iria de bicicleta.

  9. Emerson disse:

    Realmente, ja que o objetivo é transporte dificil e economia, a Volvo poderia inovar, lançando um motor central sei la, de 260 cv, automatico e que seja barato, feito pra categoria alimentadora, e teria conforto para os passageiros e para o motorista.

  10. Michael disse:

    Calma gente, a Volvo só ta querendo lucrar kkk.
    Ônibus com motor dianteiro sempre vai ter nessas cidades mesmo, e se for pra andar em Mercedes-Benz antigo e de baixa potência, então que seje num Volvo, mesmo não sendo la essas coisas.

  11. Carlos disse:

    Até a Volksvagem tem câmbio automático nos motores dianteiros, o Volvo B270F não vai ter essa opção? AFF’

  12. cassio disse:

    galera…
    infelizmente a realidade vai se voltar para motor dianteiro !! como foi dito acima quem manda no brasil sao eles… te digo isso esses empresarios estao acima da lei , nao tem prefeito e nen governador ou ate mesmo presidente que mande neles !! se vcs todos acima e passageiros sobeçe como eu imagino que funciona nao perderia tempo em reclamar , pois o que devemos fazer e inventar meios diferentes e usar o ninimo possivel o bus ..fiquem atentos busque mais a deus que ele te dara uma nova conduçao e novas ideias para sair das mao dos empresarios.

  13. Emanoel disse:

    Acho que pela sua tradição, a Volvo deveria fabricar seus próprios motores e que utilizase o motor Volvo THD 101 GD ou mesmo o TD 70

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